Quem sou eu
- Cláudio C. Ratto
- Niterói, Rio de Janeiro, Brazil
- Sou Biólogo e entusiasta na Arte do Bonsai desde 1991. Montei esse blog para compartilhar alguns dos trabalhos que venho desenvolvendo, bem como compartilhar também algumas idéias e assuntos relacionados à arte. Gostaria muito da sua participação. Seja bem vindo!
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domingo, 13 de agosto de 2017
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Escola de Bonsai
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sábado, 24 de outubro de 2015
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
SINOLOGIA VOLTADA PARA O BONSAI
Perguntas
4-Quando e como começou o seu interesse pela Arte do bonsai?
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Viagem a Atibaia por Rafael Toscano
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Técnicas para modelagem de um Flamboyant - Parte III
SEMEADURA
Para que consigamos boa taxa de germinação das sementes de Flamboyant é necessário que estas sejam tratadas previamente. Para isso basta raspar com intuito de escarificar a ponta das sementes em superfície áspera, ou colocá-las em água de dois a três dias para que o tegumento (casca) amoleça ou mesmo em água quente a 80º C por 3 a 5 minutos e depois deixar esfriar naturalmente antes de plantá-las em sacos individuais com solo organo-argiloso. Esses procedimentos são realizados somente por ocasião da semeadura.
ESCOLHA DAS MUDAS E TRATAMENTO INICIAL DAS RAÍZES
Quando as mudas estiverem com aproximadamente uns 20 cm de altura retirar dos sacos plásticos tomando cuidado com as raízes. Feito isso retire todas as folhas cortando-as pela haste de sustentação utilizando uma tesoura de poda e logo em seguida desmanche o torrão cuidadosamente até que as raízes estejam totalmente desprovidas de solo com um pedaço de bambu tipo espeto para churrasco. Identifique agora as raízes laterais mais superiores e em maior número. Dê preferências para umas cinco dessas raízes laterais e corte a raiz pivotante, que fica logo abaixo dessas raízes laterais. A raiz que chamo pivotante é a que desce verticalmente logo abaixo do tronco e bem próximo às raízes laterais. Replante a muda em vaso individual de barro ou plástico rígido.
COMPOSIÇÃO DO SUBSTRATO
Uma boa composição para o substrato seria 70% areia de obra + 15% terra preta + 15% barro, porém antes passando as partes separadamente pela peneira de feijão, depois pela peneira de arroz e por fim na peneira de fubá. Utiliza-se apenas o que fica retido nas peneiras de arroz e fubá, misturando posteriormente os componentes para se fazer o substrato. É necessário que se passe nas peneiras, para que separemos os grãos de granulometrias ideal, pois ao fazermos isso, estamos criando um microambiente ideal para o sistema radicular, além de criar interstícios, que são extremamente importantes em todo o processo de modelagem do futuro bonsai, que consequentemente levará a uma modelagem mais fidedigna a uma base de árvore em miniatura. Esta composição pode ser usada em todas as fazes da planta até chegar a ser um bonsai. O que fica retido na peneira de feijão pode servir de dreno no fundo do vaso. A terra preta pode ser substituída pelo solo de compostagem e a barro pelo saibro.
REPLANTIO
O replantio é feito durante a primavera. Dê preferência para o vaso de barro ou vaso plástico rígido baixo e de boca larga, colocando uma tela plástica ou uma tela metálica no dreno caso este seja grande. Coloque agora o substrato pela metade do vaso, depois centralize a muda posicionando as raízes de forma bem radial ao vaso. Agora coloque mais substrato recobrindo as raízes e usando novamente o espeto de churrasco acomode o solo cuidadosamente. Fazendo uso de um fitilho fixe a muda no vaso. Geralmente é passado o fitilho ao redor do tronco em forma de cruz amarrando este na boca do vaso quando este tem uma borda, ou passando em cruz no fundo do mesmo como se fosse fazer um embrulho. Isso é importante para que o vento assim como outras coisas não possa vir a derrubar a muda. Retire o fitilho depois que a muda estiver bem enraizada.
REGA E ADUBAÇÃO
A composição acima descrita para o substrato facilita bastante o manejo com a planta, mas sabemos, de antemão, que cada região tem suas peculiaridades com relação ao clima e ao local onde se encontram as mudas. Isso significa em mudanças nas quantidades de regas a serem feitas e também o modo de como são realizadas as mesmas. No que se refere às quantidades das regas, mesmo que você repita esta operação de duas a três vezes ao dia, o importante é manter o solo sempre úmido. Já quanto ao modo ou qualidade das regas, dê preferência para regadores tipo chuveiro, ou mesmo ao utilizar mangueiras d’água propicie uma chuva homogênea sem que se remova o solo do vaso. Esse último é conseguido, por exemplo, pressionando um dos dedos da mão de encontro à ponta desta mangueira.
Quanto à adubação esta é necessária, uma vez que a planta está limitada a um vaso, onde existe pouca oferta de nutrientes. Também com o intuito de prolongar a permanência desta no mesmo vaso durante o processo de modelagem inicial. Ler Técnicas para Modelagem de um Flamboyant I e II. A periodicidade da adubação é ditada mais pela planta, uma vez que é observado o consumo integral do adubo na superfície do substrato pelo mantenedor. Pensando assim, utilize apenas adubos orgânicos sólidos de liberação lenta por serem mais naturais. Já os adubos químicos sólidos dissolvem mais rapidamente com as sucessivas regas, trazendo resultados artificiais que irão confundir o observador (mantenedor) quanto às dosagens a serem administradas regularmente e, pior ainda, podendo até vir a matar o exemplar em questão.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Apostila do Curso Básico de Bonsai
terça-feira, 14 de julho de 2009
Técnicas para modelagem de um Flamboyant - Parte II
INCISÕES
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Técnicas para modelagem de um Flamboyant - Parte I: Tração do galho
Foi a partir de muita observação e paciência que se chegou até aqui no momento. Ao se aplicar técnicas como a tração em conjunto com as incisões na base para a espécie consegue-se resultados bem interessantes, fazendo com que os exemplares se mostrem mais fidedignos.
A abordagem relacionada à técnica de tração irá mostrar como de fato não podemos desistir logo aos primeiros obstáculos e sim seguirmos em frente. Sendo perseverante, bom observador e principalmente colocando a mão na massa é que conseguimos aprender algo de novo. Todavia sabemos que qualquer tipo de concepção artística está sempre em evolução, trazendo com isso outros acontecimentos. Principalmente se levarmos em consideração de estarmos modelando um ser vivo e a forma individual de interpretação, todas essas intrínsecas teias de conceitos contida na arte do bonsai a torna ainda mais diversa. Sendo assim, qualquer tipo de crítica e sugestão, que por ventura venha a contribuir para evolução deste trabalho inicial de modelagem com a espécie será bem vinda.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Agradecimento
domingo, 26 de outubro de 2008
A Pintura Chinesa e a Arte do Bonsai: Possíveis Convergências
Não poderia passar em branco, para nós amantes da Arte do Bonsai, uma pessoa que dedicou uma vida aos estudos da cultura chinesa. Dentre os estudiosos da China, há vinte e quatro anos atrás o sinólogo (中國通) brasileiro Riccardo Joppert foi o único que se aprofundou no tema “microcosmo” e que, com muita sabedoria, extraiu informações pertinentes de como a Arte do Bonsai migrou para o Japão. Nos traz principalmente um universo distante, onde toda uma população já se preocupava com o que ele descreveu como: “... o mundo em escala reduzida num vaso de planta...”.
Concedida a publicação digital na íntegra pelo autor logo abaixo, a mesma é inédita para o universo do bonsai. Outras informações sobre o autor acessem:
http://ricardojoppertchinacursos.blogspot.com/








segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Origem dos vasos para bonsai
No início das civilizações, a grande maioria estava de alguma forma desenvolvendo trabalhos em argila, fazendo vasos e outros artefatos que iriam auxiliar nas atividades diárias. Dentro dessa cultura, que estava se iniciando no mundo, os chineses não estavam de fora. Na arte de fazer vasos na China o trabalho mais espetacular registrado até o momento foram os vasos coloridos, que datam de 6000 a 7000 anos atrás. O melhor exemplo desses vasos ocorreu durante a cultura Yangshao [yang-hsiao] [仰韶文化] da Era Neolítica, cerca de 5000 a 3000 anos antes de Cristo, na parte noroeste da China, nas proximidades do Rio Amarelo. Diversos exemplares deles foram encontrados em perfeitas condições para mostrar ao mundo a riqueza da cultura dos Yangshao.
Junto com as cerâmicas coloridas de Yangshao, foram encontradas as cerâmicas de cor preta criadas por outra etnia chinesa, que também são de grande importância para a ciência por terem sido concebidas no neolítico. Elas datam de 5000 a 4500 antes de Cristo e está relacionada à cultura Hemudu, que existiu há aproximadamente uns 7000 anos atrás.
Os Hemudus costumavam pintar nessas cerâmicas plantas, animais e desenhos geométricos. A foto abaixo, mostra um pote oval medindo 11,7 cm comprimento com um javali desenhado, que tem a forma bem parecida com os vasos de bonsai atuais. Diversos tipos de objetos em cerâmica preta foram concebidos neste período, como tigelas, copos, jarros e vasos.
Quase que paralelamente a história das cerâmicas do neolítico surgiram também os artefatos em bronze. Achados arqueológicos sugerem que os chineses começaram a produzir artefatos em bronze no final do neolítico cerca de 2000 a 3000 a.C, nas próximidades do Rio Amarelo na China durante o período da cultura Longshan (龍山文化), quando ainda eram utilizadas ferramentas de pedra.
Estudos indicam, que outros tantos artefatos em bronze foram normalmente utilizados até as dinastias Shang (1723 – 1046 a.C) e Zhou (1034 – 246 a.C) por aristocratas da época na vida quotidiana. Diversos utensílios como pratos, tigelas, panelas, jarros e taças para vinho, recipiente para água e vasos para rituais religiosos fazem parte dos achados arqueológicos.
Abaixo vemos duas imagens retiradas do livro “Chinese pottery of the Han Dinasty” de Bertold Laufer, 1909, que mostram claramente a correlação das formas iniciais dos vasos para bonsai. A imagem a esquerda mostra uma cerâmica retangular da dinastia Han (206 a.C – 220 d.C), com detalhes florais em alto relevo, medindo 18,9 x 13,4 x 7,6 cm. Aparentemente uma imitação do bronze do estilo “fu”, vaso retangular geralmente com quatro pés que existia no início da dinastia Zhou. Ao lado desta, à direita vemos uma outra imagem mostrando uma tigela perfurada e uma vasilha em bronze que datam do mesmo período. Depois das Dinastias de Qin e Han, o emprego de utensílios de ferro, laca e porcelana substituíram as peças de bronze.
A maioria dos utensílios em bronze que foram criados espontaneamente no passado tem afinidade com as formas que vemos nos tempos atuais. Esse fato é devido a toda concepção de design e engenhosidade técnica, onde havia a preocupação de se criar o melhor formato para adequá-los ao uso de que se propunham.
Porém, mais do que qualquer outro material, a cerâmica é uma das manifestações plásticas mais antigas da humanidade. Pode-se dizer que pela sua disponibilidade na natureza e facilidade na criação, veio atender e superar durante muito tempo qualquer outro tipo de material empregado a estes propósitos. E assim, ela tem servido as necessidades e satisfeito os gostos estéticos de todos os segmentos da sociedade em quase todas as culturas na terra.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Origem das mesas para bonsai
A história do mobiliário chinês foi remontada por historiadores a partir de xilogravuras encontradas em escavações arqueológicas. Muitas dessas gravações em relevo continham o ancestral chinês ajoelhado ou sentado com as pernas cruzadas sobre esteiras rodeadas por várias mesas baixas. Incluíam-se nesse cenário também algumas pinturas (telas), pergaminhos e outros descansadores para os braços, as pernas e suportes para diversos utensílios. Outros exemplos de mobiliário foram encontrados em escavações que datavam do antigo reino de Chu, cerca do ano 500 antes de Cristo. Alguns deles eram decorados com padrões únicos em laca colorida e esculpidos em alto relevo á mão livre. Esses achados revelam o nível cultural do mobiliário daquela época, onde predominava a estética minimalista. Concomitantemente a fusão da forma prática e funcional se transformava em trabalhos artísticos únicos e se torna o principal condutor de toda concepção histórica do mobiliário chinês. Registros que datam de 206 AC a 220 DC durante a dinastia Han indicam que inicialmente eram utilizadas plataformas baixas, chamadas de “ta” em cerimoniais de sacrifício pelos dignitários religiosos da época.

Posteriormente apareceram as plataformas que eram usadas tanto para sentar como para reclinar e estas serviram como exemplo na fabricação de mesas mais altas utilizadas durante as refeições diárias.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/27/Gu_Kaizhi_345.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6e/Song_Dynasty_Elegant_Party.JPG
Já no segundo século depois de Cristo, com a influência do Budismo, percebe-se que as cadeiras e as plataformas ficaram mais elaboradas. Mas foi durante a dinastia do norte e do sul (386 a 586 DC), que começaram a aparecer com mais freqüência bancos mais altos feitos em rattan.

Este tipo mobília acima chamada de estante dos tesouros ou “Duobaoge” foi concebida durante a Dinastia Qing e era utilizada para exibir preciosos trabalhos artísticos. As Duobaoge eram fabricadas de diversas formas dentro da mesma concepção e poderia ter apenas a simples função de decoração. Até hoje são consideradas pelos especialistas como o trabalho de marcenaria de mais representatividade do mobiliário no período Qing.
As mesas altas para expor flores, chamadas na China de “huaji” ou “huatai” aparecem logo no início do período Qing. Muitos acreditam que elas somente constam nas pinturas chinesas da época com intuito de representar esse tipo de trabalhos em marcenaria no período.
Embora no início da dinastia Qing os marceneiros geralmente seguissem os padrões clássicos, houve uma tendência para o refinamento correlacionando-se com que se permearam todas as artes decorativas que vemos hoje. A imagem abaixo mostra duas mesas idênticas que foram concebidas provavelmente no início do século 20.

Por fim, todas as mesas descritas anteriormente têm sua importância histórica e servem como inspiração na fabricação de novos modelos de mesas em todo mundo. Também com certeza foram as percussoras na exibição dos primeiros trabalhos com bonsai.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Cicatrizante a base de cera de abelhas

Juntar partes iguais de cera da abelha Jataí e cera de abelha comum numa lata. Aquecer em banho-maria até que haja fusão desses dois componentes. Após disto, acrescentar uma parte de glicerina líquida e mexer. Depois que estiver bem homogêneo transferir para moldes feitos em papel vegetal. Deixar esfriar. Após resfriamento total retirar dos moldes separando manualmente as duas tonalidades de ceras, a clara da escura. Essa diferença de tonalidade ocorreu devido a existirem dois tipos de cera na solução, uma impura de cor escura que decantou com a ajuda da glicerina e a outra de cor mais clara que é a mais pura. É uma forma química de separação destes componentes. A cera escura só pode ser utilizada na cicatrização da parte aérea, que é a copa da planta, pois uma vez que esta é mais impura exposta ao sol não trará problemas. Já a cera de tonalidade mais clara pode ser utilizada tanto na parte aérea quanto na parte radicular da planta. Fazendo assim, ajudará consideravelmente na recuperação das raízes, após cortes realizados durante os trabalhos de modelagem do bonsai. Também pode se fazer uma aproximação colorimétrica da cera com a planta em questão, juntando as partes a gosto, consegue-se tonalidades mais próximas do exemplar a ser trabalhado. Com isso conseguimos camuflar mais os cortes, criando uma estética melhor no bonsai.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Dendrocronologia

Uma das técnicas para datação é cortarmos transversalmente um pedaço do tronco ou galho de uma árvore, para que assim possamos ver o conjunto desses anéis, que são de tons claros e escuros, formando uma seqüência. Em seguida, a amostra tem que ser lixada para que assim consigamos retirar imperfeições deixadas pelo corte, tornando-a bem lisa, o que torna mais fácil a interpretação dos anéis de crescimento. Feito isso, posteriormente fotografamos essa amostra e depois editamos as imagens no computador com o intuito de investigar os anéis contidos na mesma. A seqüência de fotos acima são modificações geradas por computação gráfica de uma amostra de pinheiro negro semeado há mais de 60 anos. Foram feitos diversos contrastes nas imagens utilizando recursos do programa de computador Adobe Photoshop 7.0. Uma vez de posse das imagens digitalizadas foi possível fazer a sobreposição destas, com o intuito de se preencher lacunas das áreas de baixa interpretação cronológica. Ou seja, determinadas áreas onde se tinha dúvidas nas linhas de baixa e alta densidade desses anéis, uma vez que a amostra analisada sofreu diversas interferências humanas como rotação, adubação, rega e etc. Essas interferências modificam fisicamente as estruturas desses anéis de crescimento.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Casuarina equisetifolia

Foto Wagner Guedes
As Casuarinas foram introduzidas já faz um bom tempo ao belo cenário de Itacoatiara e estão por toda a orla da praia, se estendendo aos costões rochosos. Esta espécie veio da Austrália e se desenvolve em locais incríveis próximo ao mar. Em alguns trechos tornam-se dominantes, devido à espessa camada de folhas que caem no local, sufocando o crescimento das espécies nativas. Formando um sombreado denso e uma abundante camada de serrapilheira, com folhas e frutos que cobrem completamente o solo, eliminam a vegetação nativa adaptada às praias. Através das raízes, fixam nitrogênio por simbiose com actinomicetos (ou actinobactérias), sendo capazes de colonizar solos de baixa fertilidade. Uma vez estabelecidas, alteram radicalmente as condições de luz, temperatura e química dos solos. Competem agressivamente com a vegetação nativa e alteram o habitat de diversas espécies da fauna. São de grande resistência aos ventos fortes, crescem até em fissuras nas pedras e adaptam-se com facilidade a vários ambientes, tolerando solos salinos e calcários. A espécie, também conhecida como pinheiro australiano, foi introduzida provavelmente com fins ornamentais, paisagísticos ou para estabilização de dunas em áreas como de Cabo Frio, RJ.









